
Ontem (12.7.08), acordei e fui direto ao computador para ver aquele monte de coisas virtuais que me deixa de um certo modo satisfeito e viciado: e-mail, orkut, atualizar blog, notícias, msn. A tecnologia nos proporciona facilidade na informação, porém pode se tornar uma máquina que leva ao vício constante. Ao invés de você estar na sala com seus familiares, com seus amigos numa mesa de bar, ou mesmo com seu namoradinho beijando - nada disso: você esta na frente de um computador ouvindo aquelas músicas tristes, vendo os nicks do msn e de alguma maneira entediado com a vida.
Bom, continuando o meu dia de ontem que foi bastante produtivo. Recebo uma ligação do Thiago dizendo: "Estou indo pra aí, que hoje quero barulho pra gente". Eu disse: "Vem, mas vem rápido". E entrei na net, o meu amigo Patrick já pega uma janela e me chama para ir ao Bar Barulho e marcamos tudo. Chega o Thi aqui e resolvo a me arrumar para sair, sim, sou enrolado para sair para algum lugar. E tipo, ele é todo pontual, sistemático e nesse ponto não combinamos. Daqui vamos à asa sul pegar nosso amigo Silo, e conversa vai, e conversa vem, chegamos no inferninho de Brasília.
Por uma conscidência encontro com meu amigo Eric que voltou do Rio de Janeiro a pouco tempo. Ele é um virginiado bem calmo, e começamos a conversar lá mesmo. Depois Patrick chegou e fizemos uma roda lá e rimos bastante. É ótimo estar com pessoas que te fazem bem, e de alguma maneira conseguem fazer um domingo não ficar com a cara de domingo. Eu naquela conversa toda fiquei pensando com meus botões em algumas coisas pessoais minhas: Tipo, quando se tem um segredo que não pode comentar, falar e nem dizer. É assim que me sinto ultimamente, é algo só meu ou nosso. Rsrs. Mas assim, melhor mesmo não contar e dizer isso para pessoas que possam te ajudar, não atrapalhar. O único que sabe dele é meu amigo Entidade Heitor, e ele por sua vez, me apóia incondicionalmente.
E assim, depois que saímos do Barulho - Eu e o Thi - fomos ao estacionamento do park e eu pensei no Heitor com uma intensidade naquele momento. Tanto que eu disse: "Que saudades dele perto de mim." Naquele momento me deu vontade de chorar e se ele tivesse naquele momento ali comigo, eu ficaria tão mais feliz. Vejo que a vida é uma caixinha de surpresas, e só quando perdemos as pessoas queridas damos valor no sorriso, jeito, nas atitudes, e começamos a sentir falta daquilo. E o "daquilo" deve ser a companhia.
Resolvemos ir depois ao Mc' donalds fazer um lanche: E lá eu quis parar um pouco e fiz um close com o Thi. E ele é muito tímido e fica rindo escondido não querendo ver a cara das pessoas. Pedi o número 4, o Chedder Mc Melt, e um refri Fanta Laranja com melão: "Gente, esse refri é horrivel. Quase vomitei e me arrependi profundamente em pedir aquilo". Ficamos lá conversando, lembrando de algumas músicas de MpB e cantando essas canções. Será que somos doidos? Sim, é a resposta. E fomos ao carro, e o Thi começou a cantar + uma vez uma canção que lá eu adorei. Cheguei em casa e minha mãe não estava, e tipo, eu não gosto de ficar em casa sozinho. O sentimento é horrivél e horrendo. Deitei na cama e fiquei pensando em algumas coisas que já passaram e as que estão acontecendo. É a vida, Ufa!
E vai a música do mestre Tim Maia para tentar resumir esses pensamentos:
"Eu bem que te avisei, pra não levar a sério
O nosso caso de amor, eu sempre fui sincero e você sabe muito bem
Eu bem que te avisei pra não levar a sério
O nosso caso de amor, eu sempre fui sincero e você sabe muito bem
Eu não te prometi nada
Não venha me cobrar por esse amor
Pois esse sentimento eu não tenho pra te dar
Sinto muito em te dizer, vê se tenta esquecer
Os momentos que passamos que juntinhos nos amamos
Leve um beijo e adeus"
[Ouvindo... Tim Maia - Telefone (ao vivo).mp3]
Bom, continuando o meu dia de ontem que foi bastante produtivo. Recebo uma ligação do Thiago dizendo: "Estou indo pra aí, que hoje quero barulho pra gente". Eu disse: "Vem, mas vem rápido". E entrei na net, o meu amigo Patrick já pega uma janela e me chama para ir ao Bar Barulho e marcamos tudo. Chega o Thi aqui e resolvo a me arrumar para sair, sim, sou enrolado para sair para algum lugar. E tipo, ele é todo pontual, sistemático e nesse ponto não combinamos. Daqui vamos à asa sul pegar nosso amigo Silo, e conversa vai, e conversa vem, chegamos no inferninho de Brasília.
Por uma conscidência encontro com meu amigo Eric que voltou do Rio de Janeiro a pouco tempo. Ele é um virginiado bem calmo, e começamos a conversar lá mesmo. Depois Patrick chegou e fizemos uma roda lá e rimos bastante. É ótimo estar com pessoas que te fazem bem, e de alguma maneira conseguem fazer um domingo não ficar com a cara de domingo. Eu naquela conversa toda fiquei pensando com meus botões em algumas coisas pessoais minhas: Tipo, quando se tem um segredo que não pode comentar, falar e nem dizer. É assim que me sinto ultimamente, é algo só meu ou nosso. Rsrs. Mas assim, melhor mesmo não contar e dizer isso para pessoas que possam te ajudar, não atrapalhar. O único que sabe dele é meu amigo Entidade Heitor, e ele por sua vez, me apóia incondicionalmente.
E assim, depois que saímos do Barulho - Eu e o Thi - fomos ao estacionamento do park e eu pensei no Heitor com uma intensidade naquele momento. Tanto que eu disse: "Que saudades dele perto de mim." Naquele momento me deu vontade de chorar e se ele tivesse naquele momento ali comigo, eu ficaria tão mais feliz. Vejo que a vida é uma caixinha de surpresas, e só quando perdemos as pessoas queridas damos valor no sorriso, jeito, nas atitudes, e começamos a sentir falta daquilo. E o "daquilo" deve ser a companhia.
Resolvemos ir depois ao Mc' donalds fazer um lanche: E lá eu quis parar um pouco e fiz um close com o Thi. E ele é muito tímido e fica rindo escondido não querendo ver a cara das pessoas. Pedi o número 4, o Chedder Mc Melt, e um refri Fanta Laranja com melão: "Gente, esse refri é horrivel. Quase vomitei e me arrependi profundamente em pedir aquilo". Ficamos lá conversando, lembrando de algumas músicas de MpB e cantando essas canções. Será que somos doidos? Sim, é a resposta. E fomos ao carro, e o Thi começou a cantar + uma vez uma canção que lá eu adorei. Cheguei em casa e minha mãe não estava, e tipo, eu não gosto de ficar em casa sozinho. O sentimento é horrivél e horrendo. Deitei na cama e fiquei pensando em algumas coisas que já passaram e as que estão acontecendo. É a vida, Ufa!
E vai a música do mestre Tim Maia para tentar resumir esses pensamentos:
"Eu bem que te avisei, pra não levar a sério
O nosso caso de amor, eu sempre fui sincero e você sabe muito bem
Eu bem que te avisei pra não levar a sério
O nosso caso de amor, eu sempre fui sincero e você sabe muito bem
Eu não te prometi nada
Não venha me cobrar por esse amor
Pois esse sentimento eu não tenho pra te dar
Sinto muito em te dizer, vê se tenta esquecer
Os momentos que passamos que juntinhos nos amamos
Leve um beijo e adeus"
[Ouvindo... Tim Maia - Telefone (ao vivo).mp3]

2 comentários:
Nossa Hall.. esses dias pra mim tb estão sendo super dificeis viu.. ontem mesmo e hoje.. pensei em vc com muita intensidade.. me sinto sozinho. pra quem contar minhas palhaçadas, meus bafons.. minhas coisas sabe..como sempre fizemos.. fofocar.. rir..chorar! apoiar..dar conselhos... aii.. tá sendo uma forte provaçao viu! Ai.. ainda bem q temos a INTERNET.. hehe pode ser o vicio sim, mas facilita muito néé! ooh, to locoo de saudade viu minina.. e to indo pra bsb por esses dias, e nem vo avisar.. vai ser surpresa..soh apareço no caraao! :P
te amo.. to aki sempre viiu amigo, beijo beijo
fds bem tranquilo neh..
sou sistemático pontual sim e adoroooo
hahaha
adoro vc tb!
mto bom passar o findo com vc.
sexta feira tem funk pra noixxxx
:P
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